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Janja viagem aos EUA: primeira-dama não acompanha Lula em encontro com Trump

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Janja viagem aos EUA expõe mais um capítulo curioso do governo Lula

Janja viagem aos EUA virou assunto em Brasília após a primeira-dama decidir não acompanhar Lula na viagem oficial aos Estados Unidos. O petista tem encontro marcado com Donald Trump nesta quinta-feira, 7 de maio, na Casa Branca.

Segundo a coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles, Rosângela da Silva, a Janja, ficou fora da comitiva presidencial. Além disso, a ausência ocorre poucos dias depois de uma crise envolvendo Paolo Zampolli, enviado especial de Trump para assuntos globais.

Zampolli causou revolta ao fazer declarações ofensivas contra mulheres brasileiras em entrevista à emissora italiana RAI. No entanto, a viagem de Lula aos EUA seguiu mantida, com reunião prevista com Trump em Washington.

E aí vem a ironia política da semana. Quando a agenda internacional aperta, a primeira-dama, que costuma aparecer bastante, decidiu não embarcar.

Lula vai aos EUA para reunião com Donald Trump

Lula deve embarcar para Washington nesta quarta-feira, 6 de maio. A previsão é que ele retorne ao Brasil já na quinta-feira, após o encontro com Trump.

Auxiliares presidenciais disseram que Lula terá uma reunião de trabalho com o presidente americano. Portanto, o formato será menos formal que uma visita de Estado ou uma reunião bilateral tradicional.

A Reuters informou que Lula deve tratar de tarifas e cooperação contra o crime organizado com Trump. Além disso, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo brasileiro quer dialogar de forma construtiva com a gestão americana.

Em contraste, a ausência de Janja chama atenção justamente pelo momento político. Afinal, o encontro envolve Lula, Trump, Casa Branca e uma tensão diplomática recente.

Janja viagem aos EUA ocorre após fala polêmica de aliado de Trump

A ausência de Janja na viagem aos EUA ganhou peso porque aconteceu depois da reação pública dela às declarações de Paolo Zampolli. Ele atua como enviado especial para assuntos globais no governo Trump.

Segundo o Metrópoles, Zampolli disse que mulheres brasileiras seriam “programadas para causar problemas”. Além do mais, em outro momento, fez ofensas ainda mais pesadas contra brasileiras.

Janja reagiu publicamente ao episódio. No entanto, mesmo com a polêmica ainda fresca, ela optou por não acompanhar Lula no encontro com o presidente americano.

Para o governo, pode ser apenas uma escolha de agenda. Por outro lado, para quem acompanha política, a coincidência fala alto.

Casa Branca, Trump e o constrangimento diplomático

A viagem de Lula aos EUA acontece em um cenário delicado. De um lado, o governo brasileiro tenta abrir diálogo com Trump. Do outro, a fala de um aliado do presidente americano gerou desgaste no Brasil.

Consequentemente, a ausência de Janja evita uma imagem incômoda. Imagine a primeira-dama brasileira no mesmo ambiente político após a fala ofensiva contra brasileiras. Pois é, nem o marketing do Planalto faria milagre.

Ainda assim, Lula decidiu cumprir a agenda. O presidente deve se reunir com Trump na Casa Branca, enquanto Janja permanece fora da viagem oficial.

Entretanto, a decisão também abre espaço para especulações. A primeira-dama ficou de fora por prudência, estratégia ou simples conveniência? O governo não apresentou grandes explicações públicas.

Em conclusão: ausência de Janja vira sinal político

Em conclusão, Janja viagem aos EUA deixou de ser apenas um detalhe de agenda. A decisão virou fato político porque veio logo após declarações ofensivas de Paolo Zampolli contra brasileiras.

Lula, por sua vez, tenta manter a reunião com Trump em tom institucional. Porém, a ausência da primeira-dama revela que a diplomacia também vive de gestos, silêncios e ausências.

No fim, o Planalto tenta vender normalidade. Mas, como quase tudo nesse governo, até uma cadeira vazia na comitiva vira notícia.

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