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Pesquisa eleitoral em MT mostra Flávio Bolsonaro com 44,6% contra 29,8% de Lula

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A pesquisa eleitoral em MT divulgada nesta sexta-feira, 8 de maio, mostra Flávio Bolsonaro, do PL, na frente de Lula, do PT, em Mato Grosso. Segundo o levantamento da Percent Brasil, o senador aparece com 44,6% das intenções de voto no Estado, enquanto o atual presidente marca 29,8%.

A diferença entre os dois chega a 14,8 pontos percentuais. Portanto, o resultado indica vantagem numérica expressiva de Flávio no eleitorado mato-grossense.

Além disso, a pesquisa aponta Lula como o pré-candidato mais rejeitado no Estado. O petista tem 46,8% de rejeição, enquanto Flávio aparece com 26,6%.

Pesquisa eleitoral em MT reforça força da direita no Estado

A pesquisa eleitoral em MT confirma um cenário já conhecido por quem acompanha o mapa político brasileiro. Mato Grosso segue como terreno difícil para o PT e favorável ao campo conservador.

Flávio Bolsonaro aparece à frente em um Estado com forte presença do agronegócio, pauta de segurança, defesa da propriedade e rejeição histórica ao lulismo. No entanto, pesquisa é fotografia do momento, não resultado de urna.

Ainda assim, o dado tem peso político. Afinal, quando um pré-candidato abre vantagem sobre um presidente em exercício, o recado das ruas não pode ser ignorado.

Levantamento ouviu 1.200 eleitores

A Percent Brasil realizou a pesquisa entre 30 de abril e 3 de maio de 2026. O instituto ouviu 1.200 eleitores de Mato Grosso.

Além disso, o levantamento informa intervalo de confiança de 95%. A margem de erro é de 2,83 pontos percentuais, para mais ou para menos.

O estudo foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os códigos BR-00726/2026 e MT-06232/2026. Consequentemente, os dados entram no debate eleitoral com registro formal na Justiça Eleitoral.

Pesquisa eleitoral em MT também mostra rejeição de Lula

A pesquisa eleitoral em MT também mediu a rejeição dos pré-candidatos ao Planalto. Nesse ponto, Lula lidera com 46,8%.

Flávio Bolsonaro aparece em seguida, com 26,6% de rejeição. Portanto, além de estar atrás na intenção de voto, o petista enfrenta maior resistência no Estado.

Em contraste com o discurso nacional do governo, Mato Grosso parece mandar outro sinal. O eleitor local mostra incômodo com o PT e mantém forte identificação com a direita.

Custo da pesquisa foi de R$ 30 mil

Segundo o Poder360, o levantamento custou R$ 30 mil. O pagamento foi feito pela empresa DOC Comunicação.

Esse tipo de informação importa porque ajuda o leitor a entender origem, registro e financiamento do estudo. Além do mais, transparência em pesquisa eleitoral evita confusão e reduz espaço para boato.

No entanto, como toda pesquisa, o resultado precisa ser lido com cautela. Mudanças de cenário, alianças, campanha e fatos novos podem alterar o humor do eleitorado até 2026.

Resultado entra na disputa nacional entre Lula e Flávio

O desempenho de Flávio em Mato Grosso se soma a outros levantamentos estaduais recentes. O Poder360 também publicou pesquisas em que o senador aparece competitivo contra Lula em diferentes cenários regionais.

Além disso, a disputa presidencial segue marcada pela polarização entre lulismo e bolsonarismo. O nome de Flávio tenta ocupar o espaço político herdado de Jair Bolsonaro dentro do PL.

Por outro lado, Lula aposta na máquina federal, em programas sociais e na força do PT em regiões onde mantém vantagem. Portanto, a eleição ainda deve variar muito conforme o Estado analisado.

Mato Grosso pode ser vitrine para o PL em 2026

A pesquisa eleitoral em MT dá munição ao PL para reforçar o discurso de que Flávio Bolsonaro tem competitividade nacional. Em Mato Grosso, ao menos neste levantamento, ele aparece bem à frente de Lula.

Para a direita, o resultado anima porque mostra Lula com rejeição alta e desempenho abaixo de 30% no Estado. Entretanto, campanha presidencial não se vence apenas com redutos favoráveis.

Em conclusão, a Percent Brasil mostra Flávio Bolsonaro com 44,6% e Lula com 29,8% em Mato Grosso. O levantamento também coloca Lula como o nome mais rejeitado. Agora, o desafio dos dois lados será transformar números estaduais em estratégia nacional, voto real e capacidade de mobilização até as urnas.

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