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Golpes digitais podem ter pena maior e Câmara avança com projeto contra criminosos da internet

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Golpes digitais entram na mira da Câmara

Os golpes digitais voltaram ao centro do debate na Câmara dos Deputados.

A Comissão de Finanças e Tributação aprovou um projeto que aumenta as penas para criminosos da internet.

A proposta mira fraudes cometidas por redes sociais, telefone, e-mail e outros meios digitais.

Além disso, o texto amplia medidas cautelares para proteger vítimas e impedir a fuga de investigados.

Hoje, milhares de brasileiros caem em golpes virtuais todos os dias.

Portanto, o avanço do projeto representa uma resposta necessária contra esse tipo de crime.

Golpes digitais podem levar a até 10 anos de prisão

Pelo texto, a pena para fraude eletrônica passaria de quatro a oito anos para seis a dez anos de reclusão.

O criminoso também poderá pagar multa.

No entanto, a punição pode ficar ainda maior em casos mais graves.

Se o golpe envolver organização criminosa ou estrutura profissionalizada, a pena aumenta em um terço.

Consequentemente, a condenação pode chegar a cerca de 13 anos de prisão.

A proposta endurece o tratamento contra quadrilhas que fazem do golpe digital um negócio.

Medidas cautelares contra golpes digitais

O projeto também amplia as ferramentas contra investigados por golpes digitais.

O juiz poderá determinar bloqueio de contas bancárias e criptoativos.

Além disso, poderá ordenar a indisponibilidade de imóveis e outros bens.

A proposta também permite restrição de acesso a redes sociais e sistemas de pagamento digital.

Por outro lado, o texto prevê proibição de contato com vítimas e testemunhas.

Essas medidas buscam impedir que o criminoso continue aplicando golpes durante a investigação.

Prisão preventiva em casos de grande prejuízo

A proposta também permite prisão preventiva em situações específicas.

Isso poderá ocorrer quando o golpe causar prejuízo acima de 100 salários mínimos.

Também poderá ocorrer se houver risco concreto de fuga do acusado.

Entretanto, a medida dependerá da análise do caso.

O objetivo é evitar que criminosos movimentem dinheiro, sumam com provas ou desapareçam antes do julgamento.

Além do mais, golpes digitais costumam envolver rapidez, contas de passagem e difícil rastreamento.

Projeto ainda precisa avançar no Congresso

O projeto foi aprovado na Comissão de Finanças e Tributação.

Agora, a proposta ainda deve passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo Plenário da Câmara.

Portanto, o texto ainda não virou lei.

Mesmo assim, o avanço já mostra pressão política por punições mais duras.

Em contraste com o discurso frouxo contra criminosos, a sociedade cobra proteção real.

Famílias, idosos, trabalhadores e pequenos empreendedores sofrem diariamente com fraudes bancárias e golpes pela internet.

Golpes digitais exigem punição firme e menos impunidade

O Brasil não pode tratar golpe digital como crime pequeno.

Quem rouba pelo celular também destrói vidas, economias e famílias.

Por exemplo, muitos idosos perdem aposentadorias inteiras em fraudes feitas por WhatsApp, Pix e falsas centrais bancárias.

Além disso, pequenos empresários também viram alvo de criminosos organizados.

Para a direita, segurança pública não pode parar na rua.

Ela também precisa chegar ao ambiente digital.

Em conclusão, o projeto que aumenta penas para golpes digitais vai na direção certa ao enfrentar criminosos com mais rigor, cautela e responsabilidade.

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