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Fifa muda entrevistas da Copa após polêmica com Vini Jr. e libera intérpretes em espanhol

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A Fifa mudou a orientação para entrevistas da Copa do Mundo após a polêmica envolvendo Vini Jr. e jornalistas que queriam fazer perguntas em espanhol.

A entidade decidiu disponibilizar intérpretes de espanhol em todas as partidas do Mundial. Além disso, a mudança ocorreu depois da repercussão negativa no pós-jogo entre Brasil e Marrocos.

Entrevistas da Copa terão intérpretes de espanhol

As entrevistas da Copa passarão a contar com tradução fixa em espanhol.

Antes da mudança, o inglês já era obrigatório em todas as coletivas da Fifa.

Agora, o espanhol também entrará como idioma permanente nas entrevistas do torneio. Portanto, jornalistas de países hispânicos terão mais facilidade para acompanhar e participar das coletivas.

A mudança tem peso simbólico.

Afinal, o México também é uma das sedes da Copa do Mundo, ao lado de Estados Unidos e Canadá.

Polêmica com Vini Jr. começou após Brasil x Marrocos

A polêmica ganhou força depois do empate entre Brasil e Marrocos.

Nas entrevistas de Carlo Ancelotti, Vini Jr. e Achraf Hakimi, jornalistas receberam orientação para não fazer perguntas em espanhol.

Vídeos desses momentos viralizaram nas redes sociais.

Consequentemente, a Fifa passou a receber críticas pela ausência do idioma em um torneio disputado também em território mexicano.

No caso de Hakimi, um jornalista mexicano tentou fazer uma pergunta em espanhol.

A princípio, ele não conseguiu seguir com a pergunta.

No entanto, o jogador marroquino interveio e permitiu que o repórter falasse.

Fifa nega proibição do espanhol

A Fifa informou que não proibiu o uso do espanhol.

Segundo a entidade, a orientação ocorreu por um motivo operacional.

Brasil e Marrocos não solicitaram intérpretes em espanhol para suas entrevistas.

A Seleção Brasileira pediu tradutores para português e italiano, idioma de Carlo Ancelotti.

Além disso, a seleção marroquina solicitou tradução para francês e árabe.

Por outro lado, a entidade pediu que as perguntas fossem feitas nos idiomas com intérpretes disponíveis, para que os profissionais no centro de mídia pudessem acompanhar as respostas.

Entrevistas da Copa expõem falha de organização

A decisão da Fifa corrige uma falha evidente de organização.

Em uma Copa sediada também no México, o espanhol não poderia aparecer como idioma secundário.

Além do mais, a língua espanhola representa milhões de torcedores, jornalistas e consumidores do futebol mundial.

A entidade demorou, mas corrigiu a rota.

Entretanto, o episódio mostrou como a burocracia da Fifa pode criar problemas desnecessários.

Vini Jr. vira centro de nova repercussão

Vini Jr. voltou a ficar no centro das atenções fora de campo.

O atacante marcou no empate entre Brasil e Marrocos, pela primeira rodada da Copa do Mundo.

Mesmo assim, a repercussão pós-jogo acabou saindo do gramado e indo para a sala de entrevistas.

Isso mostra como tudo que envolve a Seleção Brasileira ganha dimensão global.

Por exemplo, uma simples orientação de idioma virou debate internacional em poucas horas.

Copa do Mundo exige comunicação clara

A Copa do Mundo reúne culturas, idiomas e torcedores de todos os continentes.

Por isso, a comunicação precisa ser simples, ampla e eficiente.

Quando a Fifa limita perguntas por falta de intérprete, cria ruído onde deveria haver transparência.

Consequentemente, a decisão de incluir espanhol em todas as coletivas parece correta.

Em conclusão, a entidade agiu após pressão pública e evitou que a polêmica crescesse ainda mais.

Agora, resta saber se a organização manterá o padrão nas próximas partidas.

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