Siga-nos

Brasil

Militante de esquerda ameaça Damares e Cristiane Britto após ato pró-vida nas redes

Publicado

em

A ameaça contra Damares Alves e Cristiane Britto, ambas ex-ministras do governo Bolsonaro, acendeu novo alerta sobre a escalada de violência política nas redes sociais. Segundo o Portal Novo Norte, os comentários foram feitos no Instagram depois da divulgação da 19ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, marcada para 9 de junho, às 14h, no Museu Nacional da República, em Brasília.

A senadora Damares Alves, do Republicanos-DF, e a ex-ministra Cristiane Britto foram alvo de mensagens consideradas ameaçadoras por um militante de esquerda. Além disso, Cristiane confirmou que o caso será registrado em boletim de ocorrência e deverá seguir para investigação policial.

Portanto, o episódio passa longe de uma simples “briga de internet”. Quando alguém fala em “perder o réu primário” contra adversários políticos, a democracia precisa tratar o caso com a seriedade que merece.

Ameaça contra Damares ocorreu em postagem sobre marcha pró-vida

A ameaça contra Damares apareceu nos comentários de uma publicação sobre a Marcha Nacional da Cidadania pela Vida. O evento reúne grupos contrários ao aborto e defensores da proteção da vida desde a concepção.

No entanto, a reação de militantes foi agressiva. Segundo a reportagem, um usuário escreveu que “perderia o réu primário” com pessoas que, na visão dele, queriam obrigar crianças e mulheres a terem filhos decorrentes de estupro.

Além disso, quando Cristiane Britto questionou se aquilo era uma ameaça, outra pessoa respondeu que sim e afirmou que elas “tinham que pagar”. O teor das mensagens levou a ex-ministra a confirmar providências legais.

PDL relatado por Damares inflamou o debate

A ameaça contra Damares surgiu logo após a aprovação do PDL nº 3/2025, relatado pela senadora. A proposta derruba a Resolução nº 258/2024 do Conanda, que tratava da interrupção legal da gestação em crianças e adolescentes vítimas de violência sexual como parte de ações contra morbidade e mortalidade.

Consequentemente, o tema reacendeu a guerra cultural em torno do aborto no Brasil. A esquerda tentou enquadrar o projeto como ataque a vítimas, enquanto setores conservadores o defendem como barreira contra a ampliação administrativa do aborto.

Por outro lado, nenhuma divergência sobre aborto autoriza ameaça de morte. Debate moral, jurídico e religioso pode ser duro, mas não pode virar senha para violência política.

Cristiane Britto confirmou boletim de ocorrência

Cristiane Britto afirmou que registrará boletim de ocorrência por causa dos comentários. Ela foi ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos no governo Bolsonaro, pasta que também foi comandada por Damares Alves.

Além do mais, o caso deve ser investigado para identificar autores, contexto e eventual prática criminosa. A internet não é terra sem lei, embora muita gente aja como se fosse.

Entretanto, a reação seletiva de certos setores chama atenção. Quando uma figura da esquerda denuncia ameaça, o sistema inteiro se mobiliza. Quando o alvo é uma conservadora, muitos preferem silêncio ou ironia.

Violência política não pode ter lado

A ameaça contra Damares mostra que o discurso de “defesa da democracia” precisa valer para todos. Não existe ameaça aceitável porque a vítima pensa diferente.

Em contraste com a narrativa de que apenas a direita radicaliza o debate, episódios assim expõem a agressividade de militantes de esquerda contra mulheres conservadoras, cristãs e pró-vida. E isso precisa ser dito sem medo.

Além disso, Damares é senadora da República e Cristiane Britto exerceu cargo ministerial. Ameaçar autoridades e ex-autoridades por divergência política é grave, independentemente do partido.

Debate sobre aborto seguirá no Senado

O PDL relatado por Damares ainda deve seguir para o plenário do Senado, sem data definida para votação. Portanto, o tema continuará mobilizando grupos pró-vida e defensores da ampliação do aborto legal.

No entanto, o Congresso precisa discutir a matéria com base na Constituição, na legislação penal, nos direitos das vítimas e na proteção da infância. Grito, ameaça e intimidação não substituem argumento.

Além disso, a sociedade brasileira tem o direito de participar desse debate. Famílias, igrejas, juristas, médicos e movimentos civis não podem ser intimidados por patrulhas digitais.

Caso deve servir de alerta às autoridades

A ameaça contra Damares precisa receber resposta institucional rápida. Se houver crime, os responsáveis devem responder dentro da lei.

Consequentemente, o caso também serve de alerta para plataformas digitais. Comentários que insinuam violência contra figuras públicas não podem ser tratados como mera opinião.

Em conclusão, Damares Alves e Cristiane Britto foram alvo de ameaças nas redes depois de divulgarem ato pró-vida e após a aprovação de PDL relatado pela senadora. O episódio mostra, mais uma vez, que a esquerda adora falar em democracia, mas alguns militantes parecem confundir discordância com autorização para intimidar. A lei precisa alcançar quem ameaça, seja de qual lado for.

Continue Reading
Deixar um comentário

© Copyright 2021 - 2024 - Revista Brasil