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Política

Busca e apreensão em Trabach pode revelar morosidade em licitação do lixo e corrupção do PT em Maricá

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Após inúmeros escândalos de corrupção, uma busca e apreensão realizada no final de janeiro de 2024 contra o “Barão do Lixo”, Fernando Trabach foi o estopim para que outros casos de corrupção viessem à tona no município de Maricá, na região dos Lagos do Rio de Janeiro. Com base em documentos apreendidos nessa busca, a Polícia Federal conseguiu muitos elementos para chegar a outros esquemas de corrupção gravíssimos na cidade como a fraude na saúde, bem como caso de ameaças a jornalistas e pasmem, até mesmo de violência sexual contra menores, crimes investigados que estão em segredo de justiça.

Nos telefones apreendidos pela PF existem troca de mensagens de secretários do município com a turma de Fernando Trabach, conhecido como o “Barão do Lixo”. E a fraude na saúde ficará pequena perto do rombo dos contratos do lixo entre a prefeitura petista e o grupo de Trabach. Alguns dos contratos foram assinados quando ele estava preso. De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro a fraude pode chegar até R$ 700 milhões.

Crime em curso e prisões preventivas

O corre-corre na prefeitura de Maricá é grande. Documentos estão sendo enterrados no quintal na casa de um super secretário que deseja ser prefeito. O prefeito Fabiano Horta foi alertado que existe um crime em curso, porque de forma criminosa, no mês de novembro de 2023, sua equipe assinou um aditivo no contrato do lixo que do dito popular se tornou um “batom na cueca” do prefeito.

Diante da tragédia anunciada em Maricá, uma ruptura dentro do próprio partido dos trabalhadores do Rio de Janeiro, na briga interna pelo nome que vai disputar a prefeitura tem feito, através de fogo amigo, tem entregue de bandeja o propinoduto de Trabach e de Horta com objetivo de financiamento da campanha petista deste ano em vários municípios do Rio de Janeiro. Ou seja, vai faltar algemas na simpática e acolhedora cidade de Maricá.

Ameaça contra contra jornalista

Um print de uma mensagem enviado a Fernando Trabach sobre um possível atentando contra o jornalista Oswaldo Eustáquio, comunicador que há dois anos denunciou o grupo de Trabach no Rio Grande do Sul, foi interceptado pelas autoridades. A intimidação também é uma forma de censura, mas a resposta de Eustáquio, sempre foi com jornalismo profissional.

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