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Comentário de Barroso é visto como CRIME MILITAR pelas Forças Armadas

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O Ministério da Defesa informou na noite deste domingo, 24 de abril de 2022, que “repudia qualquer ilação ou insinuação, sem provas” de que as Forças Armadas “teriam recebido suposta orientação para efetuar ações contrárias aos princípios da democracia”.

O ministro Barroso, do STF, afirmou neste domingo que as Forças Armadas “estão sendo orientadas para atacar o processo” eleitoral brasileiro e “tentar desacreditá-lo”.

“Afirmar que as Forças Armadas foram orientadas a atacar o sistema eleitoral, ainda mais sem a apresentação de qualquer prova ou evidência de quem orientou ou como isso aconteceu, é irresponsável e constitui-se em ofensa grave a essas Instituições Nacionais Permanentes do Estado Brasileiro. Além disso, afeta a ética, a harmonia e o respeito entre as instituições”, afirmou em nota o ministro da Defesa, o general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira.

A nota ressalta, inclusive, que as Forças Armadas têm a “ampla confiança da sociedade”, e destaca que elas têm “uma história de séculos de dedicação a bem servir à Pátria e ao Povo brasileiro, quer na defesa do País, quer na contribuição para o desenvolvimento nacional e para o bem-estar dos brasileiros”.

O general Paulo Chagas afirmou em sua conta no Twitter que ministro Luís Roberto Barroso incorreu em crime militar ao acusar as Forças Armadas de serem orientadas a “atacar e desacreditar o processo eleitoral”. Militar afirma que o artigo 219 do Código Penal Militar condena comportamento do ministro.

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