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Política

FIM DA ”BOQUINHA”: CPI DAS ONGs PODE ACABAR COM A INFLUÊNCIA DA ESQUERDA NA AMAZÔNIA

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Os senadores da CPI das ONGs, estão sugerindo a criação de leis que visam aprimorar a transparência das atividades das ONGs na Amazônia e limitar sua influência em órgãos do poder público. Em relatório da comissão, o grupo de membros do senado propõe medidas para aumentar a transparência na gestão dos recursos do Fundo Amazônia, além de meios legais para reprimir práticas consideradas “abusivas” por parte do Ministério Público (MP).

O Fundo Amazônia foi estabelecido por decreto em 2008, sem aprovação por lei do Congresso Nacional. O BNDES é responsável pela administração dos recursos, provenientes principalmente de doações de governos estrangeiros, especialmente Noruega e Alemanha. Entre as empresas, Petrobras é a única empresa nacional que contribuiu para o fundo.

Segundo o relatório da CPI, se destacam falhas e falta de transparência nos recursos do Fundo Amazônia, incluindo deficiências no detalhamento dos gastos, na comprovação de atividades, nos destinatários de transferências bancárias e na finalidade das despesas. O que atualmente favorece entidades de esquerda que lucram com o fundo e lobby político, além de órgãos transnacionais que põe em risco a soberania nacional.

Um dos desdobramento das atividades do grupo da CPI foi solicitação do indiciamento do presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Mauro Oliveira Pires, por corrupção passiva e por improbidade administrativa, com suspeita de enriquecimento ilícito, um duro golpe na esquerda.

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