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Número de mortes dos Ianomâmis cresce 50% no governo Lula

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Em 2023, ocorreu um aumento significativo no número de mortes entre os ianomâmis, chegando a 308 óbitos. Isso representa um incremento de quase 50% em relação a 2022, quando 209 indivíduos indígenas perderam a vida. Essas informações foram divulgadas em um relatório da Secretaria de Saúde Indígena (Sesai), pertencente ao Ministério da Saúde, datado de 21 de dezembro e abrangendo dados até o mês de novembro.


Conforme indicado no relatório da Sesai, em 2023, 162 crianças ianomâmis com idades entre zero e quatro anos perderam a vida, representando 52,5% do total de óbitos. No que se refere aos bebês com até um ano, foram registradas 104 mortes, correspondendo a um terço do total. As principais causas de mortalidade incluíram doenças respiratórias (66), causas externas (65) e doenças infecciosas e parasitárias (63). Notavelmente, o relatório não faz menção à desnutrição.

Outro dado é que o número de óbitos de bebês ianomâmis com até um ano durante o governo Lula foi superior à média dos cinco anos anteriores, que abrangeu o período da pandemia de covid-19. Segundo informações do órgão vinculado ao Ministério da Saúde, de 2018 a 2022, ocorreram 505 mortes de crianças com até um ano, resultando em uma média de 101 óbitos por ano.

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