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Relatório dos EUA diz que China tem base militar secreta no Brasil…

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Segurança nacional entrou no modo alerta depois de um relatório do Congresso dos EUA.
O texto afirma que o Brasil abriga uma base chinesa “não oficial” em Salvador (BA), chamada Estação Terrestre de Tucano, ligada à Ayla Space e a uma parceira chinesa do setor aeroespacial.
Além disso, o Poder360 publicou o tema em 28.fev.2026, com autoria de Eric Napoli, diretamente de Pequim.

o que o Congresso dos EUA publicou

O relatório veio de um grupo do Congresso norte-americano dedicado a monitorar a China.
Além disso, o documento saiu na quinta-feira, 26.fev.2026, segundo a reportagem, e virou munição no debate sobre soberania e infraestrutura sensível.
No entanto, o ponto central não é “teoria”: o texto descreve instalações e capacidades atribuídas a elas.

Segurança nacional e o Comitê Seleto que monitora a China

O comitê que assina o material se apresenta como o Select Committee on the Strategic Competition Between the United States and the Chinese Communist Party.
Portanto, o relatório fala como órgão político-institucional, e não como um “blog” qualquer.
Entretanto, ele sustenta as afirmações com uma leitura de cooperação espacial e infraestrutura na América Latina.

Por que o relatório chama a instalação brasileira de “não oficial”

O texto lista a instalação brasileira como “não oficial”.
Além disso, o relatório afirma que essa estrutura daria capacidade de identificar ativos militares estrangeiros e rastrear objetos espaciais em tempo real no continente sul-americano.
Consequentemente, a discussão migra de “comércio” para segurança nacional e vigilância estratégica.

Base na Bahia e segurança nacional: a Estação Terrestre de Tucano

O relatório diz que a instalação se chama Estação Terrestre de Tucano e fica em Salvador (BA).
Além do mais, ele associa o local à sede da Ayla Space, empresa brasileira do setor aeroespacial.
No entanto, o texto insiste que o elo internacional muda o peso do assunto para a segurança nacional.

Ayla Space e Beijing Tianlian: parceria que chama atenção

Segundo a reportagem, a Ayla Space mantém parceria com a chinesa Beijing Tianlian Space Technology.
Além disso, o objetivo declarado da parceria envolve análise de dados de satélites dentro do Brasil.
Por outro lado, o relatório enxerga risco quando dados e infraestrutura orbitam interesses estratégicos.

O que a estação permitiria, segundo o texto, para a segurança nacional

O relatório diz que a base fornece à China um canal para “observar e influenciar a doutrina espacial militar brasileira”.
Além disso, ele afirma que a presença se fixa numa região “vital” para a segurança nacional dos EUA.
Em contraste com a narrativa “só cooperação”, o documento pinta um cenário de presença permanente.

Paraíba: radioastronomia e segurança nacional sob observação

O relatório também cita outra instalação no Brasil: o Laboratório Conjunto China-Brasil para Radioastronomia.
Além disso, ele localiza o projeto na Serra do Uruba, na Paraíba, e conecta o tema a pesquisa e tecnologia sensível.
Consequentemente, a conversa volta para segurança nacional, mesmo quando o rótulo parece “acadêmico”.

Acordo com UFCG e UFPB e o instituto chinês citado

O texto diz que o laboratório envolve o Instituto de Pesquisa em Comunicações da Rede de Ciência e Tecnologia Elétrica da China.
Além disso, ele menciona parceria com a UFCG e a UFPB, firmada em 2025, para pesquisa avançada em radioastronomia.
No entanto, o relatório destaca que o Congresso monitora o tema por enxergar possibilidade de uso militar indireto.

As “bases secretas” na América do Sul e a lógica de influência

O relatório diz que a China possui ao menos 10 bases secretas na América do Sul.
Além disso, ele descreve que Pequim costura parcerias para formar uma rede de influência via comércio bilateral.
Portanto, quando investimentos entram em setores sensíveis, o documento sugere que cresce a capacidade de pressão e uso de infraestrutura a favor de interesses próprios.

Comércio, tecnologia sensível e pressão: o alerta de segurança nacional

O texto sustenta que tecnologia “civil” pode carregar efeitos práticos de segurança nacional.
Além do mais, ele argumenta que a lógica passa por criar dependência e, depois, “pedir acesso” quando convém.
Em conclusão, a pergunta que fica não é “se a China faz comércio”, e sim até onde isso encosta em soberania.

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