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Frenagem automática obrigatória pode encarecer carro popular em até 9% no Brasil

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Frenagem automática obrigatória preocupa quem quer comprar carro popular

A frenagem automática obrigatória pode pesar no bolso de quem sonha em comprar um carro popular no Brasil.

O governo discute regras para exigir o sistema em veículos novos.

A medida mira mais segurança no trânsito, mas também pode aumentar o preço final dos carros.

Além disso, a tecnologia exige sensores, câmeras, radares e ajustes eletrônicos.

Portanto, o consumidor pode pagar mais caro por um item que hoje aparece, em geral, em modelos mais completos.

No caso dos carros populares, o impacto pode chegar a até 9% no preço.

Carro popular pode ficar mais caro com nova exigência

O carro popular já virou artigo caro para milhões de brasileiros.

Agora, a possível obrigação da frenagem automática reacende uma preocupação antiga.

O governo cria uma regra, a indústria repassa custos e o cidadão paga a conta.

No entanto, ninguém discute com a mesma força a redução de impostos.

Consequentemente, o brasileiro segue pagando caro por veículos simples, financiamentos pesados e manutenção cada vez mais salgada.

A promessa oficial fala em segurança.

Por outro lado, o efeito prático pode ser mais um aumento no preço do carro zero.

O que é a frenagem automática de emergência

A frenagem automática de emergência identifica risco de colisão à frente.

Quando o motorista não reage a tempo, o sistema pode acionar os freios sozinho.

Além disso, a tecnologia costuma usar câmeras, sensores ou radares para monitorar o trânsito.

Esse recurso pode evitar acidentes ou reduzir a gravidade de uma batida.

Entretanto, ele também encarece a produção do veículo.

Por isso, montadoras e consumidores acompanham a discussão com preocupação.

Governo e Contran tratam da obrigatoriedade

A proposta envolve regras técnicas ligadas ao sistema automático de frenagem de emergência, também chamado de AEBS.

A discussão passa pela Senatran e pelo Contran.

Segundo a consulta pública do governo, a norma trata da obrigatoriedade e dos requisitos técnicos para veículos das categorias M e N.

Além disso, o texto prevê aplicação gradual para projetos novos e para todos os veículos produzidos ou importados.

Na prática, isso pode mudar a lista de equipamentos obrigatórios dos carros vendidos no Brasil.

Portanto, modelos de entrada também podem receber itens hoje comuns em carros mais caros.

Segurança é importante, mas custo preocupa

Ninguém nega que segurança no trânsito importa.

O problema começa quando o governo impõe novas exigências sem aliviar a carga tributária.

O Brasil já tem carro caro, imposto alto, seguro caro e combustível pesado no orçamento.

Além do mais, muita gente compra carro popular porque não consegue pagar um modelo mais equipado.

Se o preço subir, parte dos consumidores pode abandonar o carro zero e procurar usados mais antigos.

Em contraste com a intenção de modernizar a frota, a regra pode empurrar famílias para veículos menos seguros.

Impacto pode chegar ao bolso do trabalhador

A notícia aponta que a exigência pode encarecer o carro popular em até 9%.

Esse percentual pesa muito para quem financia um veículo em vários anos.

Por exemplo, em um carro de R$ 80 mil, um aumento de 9% representa R$ 7,2 mil.

Portanto, o impacto não parece pequeno.

O trabalhador sente esse valor na entrada, na parcela e até no seguro.

Consequentemente, a medida pode virar mais uma barreira para quem depende do carro para trabalhar.

Mais tecnologia, mais manutenção e mais custo

A frenagem automática obrigatória também pode afetar o custo de manutenção.

Sensores e câmeras exigem calibração.

Pequenas batidas podem gerar reparos caros.

Além disso, oficinas precisam de equipamento e mão de obra especializada.

No entanto, o consumidor comum raramente vê esse debate antes da regra entrar em vigor.

Ele só descobre o custo depois, quando precisa consertar o carro.

Governo deveria reduzir imposto antes de criar obrigação

O governo poderia discutir segurança junto com redução de impostos.

Essa seria uma saída mais justa para o cidadão.

Se o Estado quer exigir mais tecnologia, também deveria abrir mão de parte da arrecadação.

Entretanto, no Brasil, a conta quase sempre cai no colo do consumidor.

Em conclusão, a frenagem automática obrigatória pode até trazer benefícios de segurança.

Mas, se vier sem corte de imposto e sem cuidado com o preço final, o carro popular ficará ainda mais distante da família brasileira.

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