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SAÚDE

Vacinas contra a Covid serão obrigatórias para crianças a partir dos primeiros meses

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Nesta segunda-feira (1º), o novo calendário vacinal, tornou obrigatório para os pais levarem seus filhos para serem vacinados contra a covid-19 com vacinas do laboratório da Pfizer. Conforme orientação do Ministério da Saúde, o foco principal será nas crianças com idade entre seis meses e cinco anos.

Da mesma forma que a vacina contra a Influenza (o vírus da gripe), as vacinas contra a Covid-19 serão atualizadas anualmente. Conforme explicado pela secretária de Vigilância, Ethel Maciel, a inclusão da vacina contra a Covid no calendário nacional de vacinação segue as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Em outubro, o governo Lula incorporou a vacina ao Programa Nacional de Imunizações, estabelecendo que bebês a partir dos seis meses devem receber a imunização contra o coronavírus.

Segundo informações do Ministério da Saúde, a vacina Pfizer para crianças de 5 a 11 anos terá uma tampa laranja, enquanto a vacina para adolescentes a partir de 12 anos será a Pfizer bivalente com tampa cinza. Renato Kfouri, vice-presidente da SBIm (Sociedade Brasileira de Imunizações), indica que há estoque da vacina Pfizer baby no Ministério da Saúde. No entanto, a recomendação da câmara técnica das sociedades brasileiras de Pediatria e de Imunizações é utilizar a vacina monovalente da Pfizer, atualizada para a variante XBB 1.5, nas crianças. Este novo imunizante foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Para as crianças nessa faixa etária, o esquema de vacinação consiste em três doses contra a covid-19. A primeira deve ser administrada aos seis meses, a segunda aos sete meses e a terceira aos nove meses. A partir dos cinco anos, as doses de reforço serão aplicadas apenas às crianças que fazem parte do grupo prioritário, incluindo aquelas com comorbidades e deficiência permanente

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2 Comentários

2 Comments

  1. Maria Elizabete da Silva Macedo Macedo

    janeiro 2, 2024 ás 10:45 am

    A vacina deve ser opcional, os pais que deve decidir e não o governo

  2. Reni i. Dienstmann

    janeiro 2, 2024 ás 1:03 pm

    Os filhos são dos pais e não do governo, quem fez e sustentam são os pais, então é óbvio que quem decide vacinar ou não são os pais

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