Brasil
Suspeita de bomba no carro de Flávio Bolsonaro mobiliza esquadrão antibombas após debate com Lula
Uma suspeita de bomba no carro de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) mobilizou o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) da Polícia Militar de São Paulo na noite deste domingo (18). O episódio aconteceu na sede da Rede Bandeirantes, onde o senador participou de um debate presidencial contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Equipes de segurança isolaram parte do estacionamento da emissora depois de receberem informações sobre a possível presença de um artefato explosivo no veículo do candidato. Além disso, policiais especializados realizaram uma vistoria para verificar a existência de qualquer ameaça.
A operação durou aproximadamente 40 minutos e provocou movimentação entre funcionários da Band. Entretanto, depois da inspeção, os agentes descartaram a presença de uma bomba no automóvel.
Revista Oeste
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Suspeita de bomba no carro de Flávio Bolsonaro mobiliza policiais em São Paulo
O episódio ocorreu durante a programação eleitoral da TV Bandeirantes, que recebeu os dois candidatos à Presidência da República para o primeiro debate do segundo turno.
Segundo informações da Revista Oeste, a Polícia Legislativa do Senado Federal, responsável pela segurança de Flávio Bolsonaro, identificou uma possível ameaça envolvendo o automóvel do parlamentar.
Diante da situação, a equipe de segurança comunicou o caso às autoridades paulistas, que acionaram o Grupo de Ações Táticas Especiais.
Os policiais chegaram à sede da emissora e estabeleceram um perímetro de segurança no estacionamento. Além disso, equipes especializadas iniciaram os procedimentos necessários para verificar a suspeita.
A movimentação chamou a atenção de profissionais que trabalhavam na cobertura do debate presidencial.
De acordo com a Revista Oeste, integrantes da equipe da Band circularam rapidamente pelo edifício durante a operação.
Entretanto, apesar da mobilização policial, os agentes não encontraram nenhum dispositivo explosivo no veículo do candidato do PL.
Revista Oeste
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Polícia Legislativa do Senado comunicou suspeita envolvendo carro de Flávio
A informação que motivou a operação chegou à Polícia Legislativa do Senado, responsável pela proteção institucional do senador Flávio Bolsonaro.
Segundo o Poder360, os agentes receberam um informe de inteligência durante o debate presidencial sobre a possível existência de explosivos em um veículo.
Consequentemente, as equipes de segurança solicitaram apoio da Polícia Militar de São Paulo para investigar a situação.
O Gate assumiu a vistoria do automóvel e iniciou uma busca detalhada para identificar possíveis materiais perigosos.
Além disso, policiais utilizaram cães farejadores treinados para detectar substâncias associadas à fabricação de explosivos.
A operação ocorreu em uma área restrita da emissora, enquanto profissionais de segurança acompanhavam os procedimentos.
O objetivo era esclarecer a suspeita e garantir que nenhuma ameaça permanecesse no estacionamento.
Poder360
Cães farejadores identificaram substâncias químicas no carro de Flávio Bolsonaro
Um dos pontos que chamaram a atenção durante a operação envolveu o comportamento dos cães farejadores.
Segundo informações divulgadas pelo Poder360 e pela revista Veja, os animais sinalizaram a presença de componentes químicos na região do capô do automóvel.
Essas substâncias podem aparecer em materiais utilizados na fabricação de explosivos. No entanto, sua identificação não significa necessariamente que exista uma bomba no local.
Diante do alerta, os especialistas realizaram uma inspeção mais detalhada para verificar o interior e outras partes do veículo.
Os policiais não encontraram pacotes suspeitos nem qualquer artefato explosivo.
Portanto, a equipe concluiu que o alerta não correspondia à presença de uma bomba no carro do candidato presidencial.
Poder360
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Comandante do Gate explica por que cães podem identificar produtos sem haver explosivos
O comandante do esquadrão antibombas, Vitor Capello Haddad, explicou aos jornalistas o resultado da operação.
Segundo o oficial, os cães identificaram substâncias que podem integrar a composição de explosivos, mas a inspeção não encontrou nenhum dispositivo.
Ele também ressaltou que seria necessário realizar uma análise pericial para identificar exatamente qual produto provocou a reação dos animais.
Entre as possibilidades mencionadas estão substâncias presentes em componentes do próprio automóvel e produtos utilizados durante sua limpeza.
Além disso, Haddad esclareceu que a reação dos cães não permite concluir, isoladamente, que alguém tenha instalado uma bomba.
O comandante classificou a ocorrência como um alarme falso.
Consequentemente, a equipe encerrou a operação depois de afastar a hipótese de um artefato explosivo no veículo.
Poder360
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Flávio Bolsonaro deixa a Band no carro de Tarcísio de Freitas após suspeita de bomba
Por precaução, Flávio Bolsonaro não utilizou o automóvel que passou pela inspeção policial.
O candidato deixou a sede da TV Bandeirantes no veículo do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A medida ocorreu depois da mobilização das equipes de segurança, que haviam isolado o estacionamento da emissora.
Segundo a revista Veja, a assessoria de Flávio informou que a situação provocou a retirada do candidato do local.
Além disso, o episódio impediu que o senador conversasse com jornalistas após o debate presidencial.
A decisão de utilizar outro automóvel ocorreu em meio aos procedimentos adotados para proteger o candidato.
Entretanto, a Polícia Militar concluiu posteriormente que não havia explosivos no carro inicialmente utilizado por Flávio Bolsonaro.
VEJA
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Suspeita de bomba ocorreu durante primeiro debate presidencial do segundo turno
O incidente aconteceu no mesmo dia em que Flávio Bolsonaro e Lula participaram do primeiro confronto televisivo do segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
A Band realizou o encontro em São Paulo, com mediação dos jornalistas Adriana Araújo e Eduardo Oinegue.
O debate contou com três blocos e permitiu que os candidatos discutissem propostas e respondessem a questionamentos.
Entre os temas abordados estavam economia, segurança pública e relações internacionais.
Além disso, os dois presidenciáveis trocaram críticas sobre suas trajetórias políticas e propostas para o país.
A suspeita envolvendo o veículo de Flávio acrescentou uma ocorrência de segurança à programação da emissora.
No entanto, as autoridades não apresentaram evidências de que alguém tivesse instalado explosivos no automóvel ou planejado um atentado.
Poder360
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Segurança de Flávio Bolsonaro ganha atenção na reta final das eleições 2026
A mobilização policial aconteceu a apenas uma semana do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro.
Flávio Bolsonaro disputa a Presidência da República pelo Partido Liberal, enquanto Lula tenta conquistar a reeleição pelo Partido dos Trabalhadores.
Nesse cenário, os candidatos participam de debates, entrevistas e compromissos públicos acompanhados por equipes de segurança.
Além disso, eventos de grande repercussão exigem planejamento para proteger participantes, funcionários e profissionais de imprensa.
A suspeita registrada na Band levou as autoridades a adotar medidas preventivas, mesmo sem a confirmação de uma ameaça real.
O procedimento permitiu que os especialistas verificassem o veículo e esclarecessem a situação.
Entretanto, até o encerramento da operação, os policiais não haviam identificado nenhum artefato explosivo.
Revista Oeste
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Polícia descarta bomba e encerra operação após cerca de 40 minutos
Depois de aproximadamente 40 minutos de trabalho, o Grupo de Ações Táticas Especiais concluiu a inspeção no automóvel.
Os policiais descartaram a possibilidade de existir uma bomba no veículo utilizado pelo candidato Flávio Bolsonaro.
O resultado encerrou a suspeita inicial que havia provocado o isolamento de parte do estacionamento da Rede Bandeirantes.
Além disso, o comandante da operação explicou que a identificação de substâncias químicas pelos cães não comprovava a presença de explosivos.
A ocorrência terminou sem a localização de dispositivos perigosos.
Portanto, embora o alerta tenha exigido uma resposta imediata das autoridades, a inspeção não confirmou qualquer tentativa de ataque contra o senador.
O episódio ocorreu em um momento de intensa movimentação política, com os candidatos concentrados nos últimos dias de campanha antes da votação de 25 de outubro.