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Informante da PF aponta elo entre Lulinha e atual assessor do Palácio do Planalto
A investigação da PF sobre Lulinha ganhou um novo capítulo envolvendo um atual assessor do Palácio do Planalto. Segundo a CNN Brasil, um informante da Polícia Federal relatou que Swedenberger Barbosa, conhecido como Berger, teria ajudado a abrir portas do Ministério da Saúde para Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula.
Na época dos fatos relatados, Berger ocupava o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde. Atualmente, ele trabalha no Palácio do Planalto como chefe do Gabinete Adjunto de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula.
Além disso, a reportagem aponta outros personagens ligados aos contatos descritos pelo informante. O relato menciona empresários e integrantes ou ex-integrantes da estrutura do governo federal.
Investigação da PF sobre Lulinha chega a atual assessor do Planalto
Swedenberger Barbosa, o Berger, aparece como personagem central no novo relato divulgado pela CNN. Ele possui uma longa trajetória ligada ao PT e atualmente trabalha diretamente na estrutura do Palácio do Planalto.
Segundo o informante, Berger e Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, atuavam como canais de Lulinha no Ministério da Saúde. O depoente também relacionou aos contatos a empresária Roberta Luchsinger e o empresário Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.
A pedido do próprio informante, a CNN preservou sua identidade. No entanto, a reportagem afirma que ele confirmou as informações sobre os canais utilizados para chegar à pasta da Saúde.
Lulinha e Ministério da Saúde aparecem no relato à PF
Os depoimentos apresentados à investigação da PF sobre Lulinha descrevem como teria funcionado o caminho de acesso ao Ministério da Saúde. Berger ocupava justamente um dos principais cargos administrativos da pasta naquele período.
Por outro lado, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ocupou a chefia de gabinete de Lula durante o atual governo. Ele deixou o posto em 21 de julho de 2026.
Na semana anterior à publicação da reportagem, veio a público a informação de que Roberta Luchsinger realizou pagamentos a Marcola. Esse elemento ampliou a atenção sobre as relações descritas nos depoimentos.
Investigação da PF sobre Lulinha cita Careca do INSS
Outro nome importante no relato é Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Segundo o informante, o empresário teria feito pagamentos periódicos a Lulinha.
O depoente afirmou à Polícia Federal, em 2025, que esses supostos pagamentos ocorreriam em troca de acesso a órgãos da área de saúde do governo Lula. O objetivo, segundo a acusação relatada à PF, envolveria a venda de produtos relacionados ao canabidiol.
Trata-se, entretanto, de uma acusação apresentada pelo informante, e não de uma conclusão definitiva das autoridades. As defesas dos envolvidos contestam as afirmações.
Defesas negam acusações envolvendo Lulinha
As defesas de Antonio Carlos Camilo Antunes, Lulinha e Roberta Luchsinger negam as acusações apresentadas pelo informante. Portanto, os relatos precisam ser considerados dentro do contexto de uma investigação ainda sujeita à apuração e ao contraditório.
A reportagem da CNN também procurou o governo para obter posicionamentos sobre as informações. Até a publicação da matéria, a Secretaria de Comunicação da Presidência da República e o Ministério da Saúde ainda não haviam respondido.
Além disso, o caso coloca novamente o entorno do Palácio do Planalto no centro das atenções. O ponto politicamente sensível é que Berger, citado pelo informante como suposto facilitador de acesso à Saúde, hoje integra o Gabinete Pessoal do próprio presidente Lula.
PF recebeu depoimentos sobre supostos pagamentos a Lulinha
A investigação da PF sobre Lulinha se apoia, neste episódio, em depoimentos prestados pelo informante em 2025. As declarações ligam personagens próximos ao governo, empresários e pessoas relacionadas ao filho do presidente.
Consequentemente, a apuração pode ajudar a esclarecer se os contatos descritos representavam apenas relações pessoais e institucionais ou se existiu alguma atuação irregular. Até agora, a reportagem não aponta uma conclusão da Polícia Federal confirmando as acusações do informante.
O caso também exige cuidado para separar fatos comprovados de alegações ainda sob investigação. A existência dos depoimentos e os cargos ocupados pelos personagens são fatos relatados pela CNN, enquanto as supostas mesadas e contrapartidas constituem acusações negadas pelas defesas.
Atual assessor de Lula vira peça importante no relato
O fato de Berger atualmente trabalhar no Palácio do Planalto aumenta a repercussão política das revelações. Afinal, o informante o apontou como uma das pessoas que teriam facilitado o caminho até o Ministério da Saúde.
Além do mais, Marcola também ocupava posição próxima ao presidente e permaneceu como chefe de gabinete durante o atual mandato até julho. O relato, portanto, alcança personagens que estiveram inseridos em áreas relevantes da administração Lula.
Em conclusão, os novos detalhes acrescentam pressão política ao caso Lulinha, mas as acusações ainda precisam passar pelo crivo das investigações. Enquanto a PF avança na apuração, as defesas rejeitam as suspeitas e os órgãos do governo citados ainda não haviam apresentado resposta à CNN até a publicação da reportagem.