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Pesquisa Quaest: Filipe Barros empata com Deltan e aparece à frente de Gleisi na disputa pelo Senado no Paraná

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A disputa pelas duas vagas do Paraná no Senado Federal ganhou novos números com a divulgação da pesquisa Quaest nesta quinta-feira, 24 de setembro de 2026. O levantamento coloca Alexandre Curi (Republicanos) na liderança numérica, com 14% das intenções de voto, seguido por Filipe Barros (PL) e Deltan Dallagnol (Novo), ambos com 11%.

A candidata do PT, Gleisi Hoffmann, aparece logo atrás, com 10%, enquanto Cristina Graeml (PSD) e Dr. Rosinha (PT) registram 5% cada. Considerando a margem de erro de três pontos percentuais, os quatro primeiros colocados estão tecnicamente empatados.

Filipe Barros aparece à frente de Gleisi Hoffmann na pesquisa Quaest

O deputado federal Filipe Barros aparece entre os candidatos mais competitivos na corrida pelo Senado no Paraná. Com 11% das intenções de voto, o parlamentar do PL divide a segunda posição numérica com Deltan Dallagnol.

Gleisi Hoffmann, representante do Partido dos Trabalhadores, registra 10%, apenas um ponto percentual abaixo dos dois candidatos. A pequena diferença, entretanto, está dentro da margem de erro da pesquisa.

Alexandre Curi lidera numericamente o levantamento, com 14%, mas também está tecnicamente empatado com os três concorrentes seguintes. O resultado mostra que a disputa pelas duas vagas permanece aberta.

Confira os resultados da pesquisa Quaest para o Senado no Paraná

  • Alexandre Curi (Republicanos): 14%
  • Filipe Barros (PL): 11%
  • Deltan Dallagnol (Novo): 11%
  • Gleisi Hoffmann (PT): 10%
  • Cristina Graeml (PSD): 5%
  • Dr. Rosinha (PT): 5%
  • Karen Guerreiro (Missão): 1%
  • Marcelo Marcelino (PCO): 1%
  • Joaquim do MLB (UP): não pontuou
  • Indecisos: 29%
  • Branco, nulo ou não pretende votar: 13%

Os percentuais consideram conjuntamente as intenções de voto para as duas vagas em disputa. Como cada eleitor poderá escolher dois candidatos ao Senado, a metodologia reúne as respostas referentes à primeira e à segunda escolha.

Número de indecisos chama atenção na disputa pelo Senado

Um dos principais destaques da pesquisa Quaest é o elevado percentual de eleitores que ainda não haviam definido seus candidatos ao Senado Federal.

Segundo o levantamento, 29% das intenções de voto permaneciam indefinidas, enquanto outros 13% correspondiam a votos brancos, nulos ou à intenção de não votar.

Esses números indicam que uma parcela expressiva das escolhas ainda não estava consolidada no momento das entrevistas. Por isso, os candidatos tinham espaço para conquistar novos votos durante a reta final da campanha.

Disputa pelas duas vagas segue indefinida

A eleição de 2026 permitirá que os paranaenses escolham dois representantes para o Senado Federal. Dessa forma, os candidatos precisam disputar não apenas a preferência principal do eleitor, mas também a segunda escolha.

A pesquisa coloca Alexandre Curi, Filipe Barros, Deltan Dallagnol e Gleisi Hoffmann em um grupo de empate técnico. Nenhum deles apresenta vantagem estatisticamente conclusiva sobre os demais integrantes desse grupo.

O cenário evidencia a importância dos eleitores indecisos e das escolhas feitas nos últimos dias antes da votação.

Pesquisa Quaest ouviu 804 eleitores no Paraná

O levantamento foi realizado pela Quaest entre os dias 20 e 23 de setembro de 2026, com entrevistas de 804 eleitores de 16 anos ou mais em diferentes regiões do Paraná.

A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi encomendada pela RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, e registrada na Justiça Eleitoral sob o número PR-02802/2026.

Eleições 2026: pesquisa mostra cenário competitivo no Paraná

Os resultados divulgados pela Quaest mostram uma disputa equilibrada pelas duas cadeiras paranaenses no Senado Federal.

Filipe Barros e Deltan Dallagnol aparecem numericamente à frente de Gleisi Hoffmann, enquanto Alexandre Curi ocupa a primeira colocação. Entretanto, as diferenças entre os quatro candidatos permanecem dentro da margem de erro.

Com 29% das intenções ainda indefinidas, o levantamento também demonstra que havia espaço para mudanças no cenário eleitoral até o dia da votação.

A pesquisa representa as preferências dos entrevistados entre 20 e 23 de setembro e não deve ser interpretada como uma previsão definitiva do resultado das urnas.

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